Setzer será velado e sepultado em São Paulo (SP), cidade onde nasceu. O velório está previsto para domingo (10), a partir das 10h e o enterro para às 13h. Alberto Setzer, pesquisador do INPE e pioneiro no monitoramento de queimadas no Brasil, morre aos 72 anos.
Reprodução/TV Vanguarda
Alberto Setzer, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), um dos maiores nomes da ciência nacional e pioneiro no estudo sobre o monitoramento de queimadas no Brasil, morreu nesta sexta-feira (8), aos 72 anos.
Setzer nasceu em São Paulo (SP), mas passou grande parte da vida morando em São José dos Campos (SP), cidade onde fica a sede do INPE.
A causa da morte não foi divulgada. O pesquisador será velado e sepultado no Cemitério Israelita Butantã, na capital. O velório deve ser realizado a partir das 10h deste domingo (10) e o sepultamento está previsto para às 13h.
Graduado em Engenharia Mecânica pela Escola de Engenharia Mauá e com uma sólida formação acadêmica, Setzer se destacou com a pesquisa sobre monitoramento de queimadas com imagens de satélites, risco de fogo da vegetação e meteorologia antártica.
Setzer liderou os primeiros projetos de monitoramento de incêndios e queimadas no Brasil, atuando como pesquisador do INPE por mais de 46 anos e se tornando referência para o estudo dos incêndios, queimadas e monitoramento territorial brasileiro. Atualmente, era coordenador de Ciências da Terra do INPE.
Em junho de 1985, foi um dos pioneiros do Projeto Queimadas, histórico programa de mapeamento de focos de calor no Brasil, que presidiu por 34 anos.
Suas realizações incluem a implementação da rede da NASA de fotômetros solares AeroNet no Brasil, o projeto de Meteorologia Antártica do Brasil e o monitoramento operacional de queimadas/incêndios florestais.
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Alberto Setzer, pesquisador do INPE e pioneiro no monitoramento de queimadas no Brasil, morre aos 72 anos
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